Tags: corpo, identidade, nordeste
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Permalink Responder para aspasia mariana el abril 11, 2009 a las 3:39pm e voce acha que o corpo ja vem com informações - humores, ou um pré projeto de sua formação? talvez seria o DNA. Se concorda, Que nome voce daria a isso??
Tomo como minhas as palavras de Valéria e trago um pouco de deleuze e seu corpo sem órgãos, como um corpo - cosmos e um corpo que não pertence aqui nem ali, mas um corpo que tem afinidades com seu habit consequentemente, afinidades com os signos de cada espaço.
Somo ricos numa cultura indiscutivelmente mestiça e possivelmente por isso podemos ver afinidades de todos os lados.
não creio que seja uma diferenciação, mas um corpo pluralizado, simbiótico.
Permalink Responder para aspasia mariana el abril 11, 2009 a las 10:44pm acho que o corpo é resultante de contaminações, de enfrentamentos.
está sempre em modificação, em estado de transformação.
assim se dá no processo de subjetivação e dessubjetivação.
o corpo como um dispositivo; dispositivo não como equipamento, mas como algo que é capaz de capturar, modelar, remodelar.
entendo esse corpo como o que valéria fala, sobre ser o corpo aqui que se reconhece em tokyo.
jorge schutze dijo:e voce acha que o corpo ja vem com informações - humores, ou um pré projeto de sua formação? talvez seria o DNA. Se concorda, Que nome voce daria a isso??
Permalink Responder para jorge schutze el abril 12, 2009 a las 6:21pm
Permalink Responder para jorge schutze el abril 12, 2009 a las 6:25pm
Permalink Responder para Luzia Amélia el mayo 11, 2009 a las 8:01pm
Permalink Responder para Drika Monteiro el mayo 14, 2009 a las 1:44pm
Permalink Responder para aspasia mariana el septiembre 9, 2009 a las 5:41pm UUUUIII TA FICANDO BOM DEMAIS ISSO AQUI!!!
vou tentar montar esses textos num unico texto, com toda essa multiautoria, posso?
Permalink Responder para aspasia mariana el septiembre 9, 2009 a las 5:58pm Acredito sim que exista uma identidade em cada um que dança, em voga nessa discussão está a do nordestino. É muita clara essa divergência entre esses corpos que dançam, não podemos ser máquinas de casa níquel, dançar conforme a entrada de moedas, somos corpos que pertencem a um território e possuem uma identidade, seja ela de uma própria região, mas existe sim uma peculiaridade nossa.
É muito boa essa discussão sobre identidade, processos e resultados, pois faço parte de uma cia – Cia Luzia Amélia – em que trabalhamos e estamos nos aprofundando sobre a nossa identidade, sobre essa “piauiensidade”, esse fazer, essa dança piauiense, que está passando por uma transformação, ou melhor, estamos abrindo os olhos para podermos nos aprofundar nesse trabalho de pesquisa que é necessário para que um trabalho seja instigante e ainda mais mediador e inspirador para quem dança e para quem ver que não seja só mais um mero espetáculo de dança contemporânea, está buscando o conhecimento, entender esse processo e mergulhar nisso, o produto final vem... disso temos certeza.
Permalink Responder para jorge schutze el septiembre 9, 2009 a las 6:29pm jorge, querido e aí?
você montou o texto a partir dessa nossa conversa?
só vi agora esse seu comentário, perdoe-me.
Fiiquei interessadíssima nessa colaboração de pensares.
jorge schutze dijo:UUUUIII TA FICANDO BOM DEMAIS ISSO AQUI!!!
vou tentar montar esses textos num unico texto, com toda essa multiautoria, posso?
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